Um livro tem seu momento certo de ser lido. Tentar antes da hora é não compreendê-lo, reler tempos depois é, quase sempre, perder o sabor especial que ficou na memória. Foi assim com O Pequeno Príncipe. Na infância e na adolescência tentei lê-lo diversas vezes. Não conseguia passar das primeiras páginas... Há alguns meses surgiu o desejo de tentar novamente. Mesmo sem rabicó ou batom de moranguinho, sentia lá no fundo que a hora tinha chegado. Li rapidamente. Me apaixonei pelo pequeno como tantas crianças pelo mundo todo. Foi aí que entendi: nas tentativas anteriores eu era adulta demais pra ele.
Apaixonada que fiquei, selecionei as melhores frases:
“Quando o mistério é impressionante demais, a gente não ousa desobedecer”.
“Tu julgarás a ti mesmo. É bem mais difícil julgar a si mesmo que julgar os outros. Se consegues fazer um bom julgamento de ti, és um verdadeiro sábio”.
“A gente pode ser ao mesmo tempo, fiel e preguiçoso”.
“Quando a gente quer fazer graça, às vezes mente um pouco”.
“A linguagem é uma fonte de mal-entendidos”.
“Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos”.
“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”.
“Só as crianças sabem o que procurar”.
“Os olhos são cegos. É preciso ver com o coração”.
“Quando a gente enrubesce, é o mesmo que dizer “sim”, não é verdade?”.
sábado, 21 de junho de 2008
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2 comentários:
Que coincidência! Aconteceu o mesmo comigo há cerca de 1 mês. É um livro atemporal e para todas as idades, simples e profundo. Um clássico!! Beijos querida!
me lembro que não li inteiro tb... fiquei com vontade de fazer o mesmo, lê-lo todo, agora, que sou uma criança de 30 anos! beijos e saudades sem-fim.
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