Fiz as pazes com o vento.
Sigo reto enquanto convém.
Nos meus sonhos não existe rancor,
Saudade nem dor.
Só a paz da igualdade.
Não gosto de rimas.
Elas limitam minhas palavras
Montadas em asas.
Elas são a burocracia da poesia
Que vem do coração.
Sopra na noite meu amigo.
Felicidade é pra quem rima
Simplicidade com Realidade.
Que é disso que a vida é feita.
Do mágico do simples no que temos de real.
O irreal é para poucos
Meditantes, loucos,
Ou quem enfrenta o bom chá.
Louca, sigo querendo ser.
Meditante, o tempo me fará?
E o chá? Ah! O chá!
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
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2 comentários:
Ia lhe falar hoje q vc tinha abandonado as palavras....
bom de ler...
bjs
sim, sim! hahahaha, ri muito com esse texto! sabe que tentei comentar outro dia reclamando a falta de novidades aqui, e não consegui? essa tecnologia, pfff. BEIJOS BEIJOS BEIJOS
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