Te dei adeus no sonho
Você já não me sorria
Não mais me fugia
Da janela me acenou, respeitosamente
Respeitosamente, eu retribuí
E sabíamos que dali os nortes eram diferentes
Pesa mais te manter que te deixar
Mas sem você o imponderável é constante
E tenho de assumir o risco
Tomo o risco como sina
Como a oportunidade dos sorrisos e abraços que reprimi
Que guardei pra você
Hoje o peito bate por mim
Por cada segundo que a vida é vivida sem medo
E lembro de você como um doce que sempre deixou o ranço amargo,
No final
Mas não lamente!
Não lamento.
Todo amargo fortifica,
Todo adeus é um recomeço,
Todo sonho é a vida que esqueceu de acontecer.
E siga teu norte
Que eu sigo o meu.
sábado, 20 de outubro de 2007
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